E lá vou eu celebrar o novo ciclo me acabando numa festa em que meu amigo Guguete é estrela!
No Refeitório UMA, cheio de gente muderna, promoção da Red Bull e uísque a dar com o pau!
Onrron!
"Me contradigo?
Pois muito bem, eu me contradigo.
Sou vasto, contenho multidões."
(Walt Whitman)
E lá vou eu celebrar o novo ciclo me acabando numa festa em que meu amigo Guguete é estrela!
Eu não tenho do que reclamar. Minha vida, por marasmo que haja, está sob o meu controle, e estou suficientemente tranquilo pra tomar as rédeas dela. Deixo de me lamuriar do pouco se tem gente precisando de mim.
Hoje vai ser um dia complicado, muita coisa pra fazer por aqui. Mas eu vou tentar falar sobre essa mudança que anda me consumindo o juízo. É a respeito de um possível Mestrado que vai implicar algumas mudanças na minha vida, mas meu pensamento ainda não está suficientemente estruturado, é só um monte de dúvida e especulação.
Meu Deus, meu Deus, meu Deus! Minha fragilidade exposta, meu sexo dilacerado, a libido rasgada e gritada, tô arrasado! Seu pérfido, dá pra parar de denegrir a minha já suja imagem?
Comentário da Cybernoiva num post sobre a festa:
O bom de ler muitos blogs é que dá sempre pra encontrar alguém compartilhando o que eu sinto e encontrando as palavras que eu não sei onde estão.
Eu nunca fui dos mais estudiosos, mas sinto algum prazer em me debruçar sobre literatura que me instigue. Fui bom aluno, lembro, e meu espírito questionador e discussivo, mesmo que às vezes recluso, se afiou com o anos. É disso que eu preciso, é isso, estou pensando, que me fazia falta nesses últimos tempos. Mas ainda vou refletir um bocado antes de jogar as cartas.
Está tudo meio embaçado ainda, e tenho medo de ficar viajando nas possibilidades e morrer na praia - não seria a primeira vez. Mas eu preciso amadurecer isso e, caso eu tome a decisão, muita coisa na minha vida vai mudar.
Olha o que é que um cara teve a cara de pau de deixar no meu livro de visitas:
Eu sei escrever e falar bem bonitinho, quando quero.
Fui ver Mullholland Drive.
E hoje eu tive mais uma conversa que me arrasta pra fora do casulo. Meu tempo de transformação é agora, mas eu preciso ter muita coragem pra aceitar algumas coisas. Não sei se estou preparado pra ser feliz, isso é sério: manter o status quo é tão mais simples… mas não quero viver nessa normalidade "segura". Preciso dar uns passos, e espero ter você do meu lado. Me dando a mão ou um tapa, quando for preciso.
Telefone no meio da tarde.
Que o álcool me altera o ritmo e me deixa muito mais sensível e instintivo, disso eu já sabia.
Ai...
A MELHOR FESTA!
Ai, ai…
Lá vai a gente comer e beber na nati, pra variar o programa de sábado... espetinhos, cervejas e papos depois, fui gastar na FNAC e volto com três cds novos: dois da Wanda Sá (não conhecia, mas tem uma voz suave bem afinadinha e um repertório de elevador que eu adoro) e um da Leny Eversong, uma moçoila de Santos que deve ter feito sucesso em meados do século passado (arcaico, isso, né?) - vale a pena ouvir!
Mas a gente falou sobre coisas sérias também. Sobre o "ser bissexual", por exemplo.
(Quatro da madruga, fervilhando de marmotas)
Uaaaaah...
Nossa, atualizei uns links errados aí do lado...
AH! Eu já ia esquecendo de divulgar:

Alguém procurando por "putaria no mundo" no Radar UOL teve este blog como primeira referência nos resultados...
Ok, essa me fez arregalar os olhos. Eu adoro desafios e sacadas matemáticas (apesar de O-D-I-A-R Estatística...)
AAAAAAAAARRRRRRGGGGGHHHHHH!!!!!!
Peitos Soberanos me contando desventuras no trânsito... disse que, uma vez, deu uma fechada numa mulher e a fulana saiu arrumando confusão, seguiu ela e ficou xingando minha amiaga aos berros quando emparelharam no sinal:
A loucura instaurada no trabalho! Peitos Soberanos é avisada que tem uma representante de vendas na recepção pra falar com ela. Vai até lá, abre a porta e diz: "Alô?"
Pausa na produção em série pra rir da insanidade instaurada no escritório. Olha a piada que a peidona de ontem mandou agora:
The sun will come out tomorrow
Meu visitante número 5.000 acabou de chegar vindo do blog do Smile, mas eu não faço idéia de quem seja... Ando enganando uns anônimos, a gente vê...
"Samhain é tempo de reflexão, em que olhamos para o Ano que passou e procuramos reconhecer nossos atos e deles extrair o significado de nossa vivência. (...) É o período em que o ciclo se cumpre, deixando-nos a esperança do renascimento."
Eita, foi bom demais! Eu, de fato, ADORO o show desses caras! Super descontraído, cheio de humor, repertório inspirado, banda animada, vocalista com uma presença de palco ma-ra-vi-lho-sa (sem falar da voz)... E cores, muitas cores, adoro isso!
Só que agora mesmo eu vou dançar demais! Me acabar, que eu já tô doido com os Gipsy Kings truando ali na vitrola!
Foi bom sair pra jantar e conversar.
A gente vê que o dia foi raso, raso.
Meu Deus, alguém pare o mundo que eu preciso descer!
E eu fui incumbido de uma tarefa bem boazinha: arrumar um namorado pra outra lá. Tem um motivo importantíssimo, claro: afastá-la de um certo fantasma que deu pra perturbar de novo. Não quero que ela caia na tentação pra evitar dúvidas e sofrimento desnecessário.
Hoje eu tô acanalhado, avacalhado, palhaço mesmo!
A caminho da senzala III
A caminho da senzala II
A caminho da senzala I
Só uma última coisa que eu esqueci de dizer: Eu ODEIO aula de Estatística.
Queria escrever muita coisa aqui, agora, muita coisa correndo pela minha cabeça.
Eu esqueci de dizer: nessa foto aí embaixo (do meu pé, na folha) dá pra ver a luminária encima do som, que aparece na minha caixa de comentários e no livro de visitas!
Amanhã eu vou dançar. Muito, muito demais...

Esse blog anda muito sem cor...

Mais gente nova aí do lado.
Hoje eu tô uma besta risonha, deve ser o sono.
Sete horas da madrugada e eu já de pé...
Eu uso as palavras pra seduzir, sim.
Certo, não vou mais encontrar o Gu hoje.
Recebi por e-mail...
Eu tinha acordado bem, mas não posso deixar isso me derrubar, porque mais tarde, quando eu encontrar o Gu, aí o mundo vai cair, porque ele vai me dizer tudo o que eu não gostaria de ouvir, mas preciso.
Ok, Balla. Eu vou pensar, reavaliar e controlar minhas palavras sedutoras e manipuladoras.
É muito sintomático: estou sempre cantando pela rua. Ontem, o dia todo, eu não conseguia sequer erguer os cantos da boca, que dirá cantar.
E-mails, e-mails, e-mails...
É muito fácil de perceber quando estou mal. Em vez de chegar pulando e gritando, fico na minha, e isso destoa muito do habitual. Ontem, quando cheguei à faculdade, minha peixinha nem precisou de um "oi" pra entender meu estado de espírito. Ela disse que até minha roupa tava denunciando.
"Lembra que o sono é sagrado
Dor. Está doendo muito, um liquidifica-dor nas minhas tripas.
Eu ia dizer que quero ir embora, mas chega de fugir. Se isso não resolve nada pra mim, sempre foi muito mais difícil pros outros. Tenho que deixar de ser egoísta e ser mais eu mesmo, podre, feio, nojento como só eu sei ser. Esse amor de pessoa aqui fede e caga também.
Deve ser muito difícil conviver comigo.
Eu costumo relevar com muita facilidade, não gosto de guardar rancor nem mágoa. Mas tem horas que a gente precisa lembrar de umas coisas, sim, pra prevenir dor maior depois. Resgato agora um post do comecinho desse blog, pra ver se me ajuda a evitar que eu me deixe machucar pelo que não vale a pena. Drama, estou fazendo drama, sim. Sou dramático, exagerado, teatral, intenso, fresco, que nome se queira dar. E bato na tecla com insistência porque preciso esgotar o assunto pra lidar bem com isso, que, se eu calo, remoer na cabeça é de moer a sanidade.
Meu amigo Beto gostou mesmo do Skol Beats! A viagem, pelo visto, valeu, hein, nêgo? Adorei tua descrição da festa...
Estou meio assim de ler uns blogs por aí...
Em caso de furto ou roubo de veículo, documentos ou aparelho celular, tente fazer um boletim de ocorrência pela internet:
Perdi de novo o que tinha escrito porque esse computador travou (ele implica comigo, não é possível) e eu, que nunca aprendo, não estava salvando. Tudo bem, eu sou teimoso.
Ah, quer saber? Eu tenho é que deixar de ser besta, que todo mundo fez o que queria e saceou suas sedes e fomes. Não sou eu quem vive pregando que a gente tem mais é que fazer o que dá vontade, coisa e tal? Pois foi isso o que aconteceu: as pessoas se permitiram, atenderam chamados, deixaram fluir. E o que foi, foi, pronto, vou fazer o quê?
Voltando ao Skol Beats.
Hum.
Nem falei aqui do moço bonito amigo da Manda, mas isso é assunto pra quando eu estiver de cara (lúcido, sóbrio). Agora não consigo juntar "a" com "la".
Vou dormir agora, que daqui a pouco tenho que levar meu amigo Beto no aeroporto... Foi um fim de semana ótimo, vamos ter muito o que lembrar!
E são nove horas da manhã, meu Deus! Acho que nunca cheguei tão tarde de uma noitada... Ou cedo, entenda-se como se quiser... Tô só os pau, nem sei o que se processa fora de mim. Depois eu vejo.
Quer dizer... rolaram uns beijos, bem inocentes (ok, não foram tão inocentes assim), mas nada de muito escabroso.
Quanta gente bonita, meu Deus... será que eu fui tão mole assim por não ter agarrado ninguém ou posso culpar o álcool?
E aconteceram coisas pra definir uma certa história, mas depois eu desenvolvo a respeito.. O fato é que essa boquinha, daqui pra diante, será um túmbalo...
vE não é que eu encontrei um mocinho que conheci no reveillón no Rio? Estava lá,,
Ai, meu Deus…
E já já a gente se lasca pro Skol Beats! A Douradinha. melhor cachaça do mundo, já descendo pela goela e me acendendo, ninguém me segura!
Ah! E vai rolar uma festa de comemoração, viu? Eu e ela já fizemos nossa performance cantando música da Xuxa e pulando loucamente pela casa batendo as bundas, mas um aniversário desses exige mais, ah, se exige!
Sem tempo pra postar o dia inteiro - quando rolou, esta engenhoca revolucionária chamada G-4, hit do momento em termos de caixa mágica, travou, e não teve quem desse jeito de eu recuperar os quilômetros que tinha escrito, então, tchau.
Meu tempo de noitada já passou, definitivamente. São pouco mais de quatro da manhã e eu estou em casa, depois de dormir em pé (sim, em pé) na Ultralounge.
Ando lendo muita putaria na tal lista de discussão que me convidaram a fazer parte de (hum, essa construção ficou meio estranha...).
E Balla vai dar uns quebra (o vulgo se atracar, roçar, chafurdar, fazer nheco-nheco) hoje!!!
Uma hora perdida em três conduções diferentes para (não) fugir do trânsito ensandecedor da sexta-feira paulistana, um celular furtado em uma dessas conduções, uma visita a um hotel muito chique pra conhecer um amiguinho, muito entrosamento com a visita.
SOCORRO!!
Acrescentei uns links aí do lado. A lista não para de aumentar...
E pra você, que eu sei que vai me ler uma hora, eu não vejo aqui "uma profusão de posts de alguém que está buscando amor avidamente". Esse amor já está aqui, na minha vida, graças a Deus. Porque, como você bem disse, eu tenho muito amor dentro de mim.
Li todos os e-mails que recebi ontem e hoje de manhã, mas não deu pra responder.
O sucesso sobe à cabeça, hein, nêgo? Tá todo importante só porque foi destaque no Weblogger, né?
Meu amigo Beto chegou! Como tinha me prometido, ele ficou sem graça nos primeiros dez minutos, mas agora já está uma baixaria só. E eu já joguei ele no mundo: dei meu guia de São Paulo, anotei meus telefones, enfiei o moço num ônibus e ele se tacou pra Av. Paulista sem rumo nem fumo! Seja o que Deus quiser...
E falando em idade, cada vez mais tenho a sensação de que preciso me envolver com pessoas mais velhas. Eu não entendo certas coisas, minha paciência para outras está saturada, e me incomoda achar que eu sou a parte madura na relação, quando eu sei que não passo de um menino.
Eita! Minha amiga-irmã estava inspirada hoje! Escreveu um monte de coisa legal sobre amizade, intimidade, afinidade, coisa e tal. Deve ser a idade que faz isso com ela.
Cada um se vira com as referências que tem, né? Como eu não entendo nada de música eletrônica, canto assim minha euforia com o Skol Beats:
Nove pessoas numa sala discutindo a implantação de um sistema novo.
Hora de falar da menina do sorvete de morango que não aconteceu.
Balla me liga para falarmos do Skol Beats.
"Você é muito guloso!", me fala um cara do depto. financeiro, eu pegando dois cafés na máquina.
Muito da alegria do começo de tarde eu devo a uma colega de trabalho que sempre almoça comigo, doravante denominada Peitos Soberanos, em razão de atributos 100% naturais que ela ostenta, do tamanho do Pão de Açúcar, mais ou menos.
E adivinha o que eu descobri na loja da Saraiva?
Sem Fantasia
Dormir por três horas à noite não é mau.
No meio da madrugada, e-mails felizes, notícias distantes, descontração e piada no icq, porrada, porrada, porrada.
Adoro essa imagem:

Quero um óculos de sol.
E depois de pegar minha homemate linda no aeroporto, fui jantar com Teca na Oficina de Pizzas, do lado de casa.
Coincidência das coincidências: um e-mail de uma pra outra e pra mim (e pra outros também), sendo que a outra foi alguém muito importante pra mim e... ah, tá parecendo conversa de doido, isso, né? Depois eu explico direito.
Tanta coisa acontecendo, tanto que eu quero escrever...
Acordei às 9h, cheguei ao escritório às 09:40h. Considerando que eu levo, normalmente, meia hora de casa até aqui, algum récorde de velocidade eu devo ter quebrado...
Balla, também te amo, gata.
Já pensou como seria se todo mundo tivesse as respostas?
Quando eu estou com fome, sempre penso em pizza, churrasco, feijoada, sorvete, chocolate.
Muitos e-mails que eu não consegui responder ainda nesse fim de semana... mas li todos, e estou pensando.
E a gente vendo Beleza roubada como se fosse tarde de feriado. Inconsequência, falta de vergonha na cara mesmo.
São 03:59h da madrugada de segunda-feira e eu devia estar dormindo há muito tempo.
E ainda bem que eu não inventei de escrever quando cheguei, que ia sair muita merda.
Eu nem lembro da transição do estágio alterado-feliz para o tudo-mole-tudo-colorido. Menos ainda deste para aquele agora-é-a-vez-do-pé-esquerdo. E daí pra frente, não sei mais de nada. Sei que rolou uma discussão (não faço idéia da dimensão que isso tomou, vou já descobrir) e lembro de ter sido barrado pelo segurança na hora de ir embora porque minha bolsa estava entupida de latinhas de cerveja (que vergonha, que vergonha!)… Ora mais! Era de graça, pô!
Outra morta.
Certo, vamos tentar reconstituir os fatos.
E JOCA, o filho da Balla, marcou presença aqui em casa também!!! Coisa mais fofa!
E o Beto ligou pra gente combinar o esquema do Skol Beats! Gente boa, o cara! Meio sem jeito, ele, no começo, mas eu, com essa minha timidez às avessas, quebrei logo o gelo e batemos um papo ótimo! Ainda vamos rir um bocado, já tô até vendo...
Olha o vício aí, gente!
Everything But the Girl tocando. Como é bom! Que voz linda essa mulher tem, que baladas gostosas!
Here is the result of your Bryan's Purity Test.
Foi bem na época que eu conheci a biodança. Estava perdido em possibilidades, prestes a prestar vestibular de novo e, confiando, sair de casa pra descobrir o mundo. Fui como quem não queria nada, mais por curiosidade que vontade, e me apaixonei pela idéia, antes das pessoas. Foram muitas pessoas apaixonantes naquela turma, amor, carinho, malícia, tudo em doses generosas (ou não). Com dois foi diferente, foi mais. Já falei dela, a moça com quem eu não dividi o sorvete de morango ali na esquina, por quem vou sempre lamentar não ter vivido o que não houve tempo ou dimensão pra viver. Ele foi o primeiro, o que citei naquele outro post, o que me mostrou o que eu só especulava. Foi pouco, foi muito, foi (muito) bom enquanto (pouco) durou. Foi revelador.
Estou com fome, muita fome.
Uau!
Vou ter uma reunião horrorosa em meia hora e já estava pensando que tipo de sexta-feira começa assim, quando vejo essa mensagem de uma amiga de longe:
Ainda estou longe de esgotar o que quero dizer sobre vaidade. Preciso falar da minha morte, já que além de vaidoso eu sou egogêntrico.
Eu tenho uma atração mórbida por cemitérios. Da última vez em que estive em Paraty, fiz questão de entrar no sepulcrário local pra conhecer. E ainda vou tirar umas fotos nesse grande que tem aqui perto de casa, que lá é bonito.
Fazia muito tempo que eu não ia a um cemitério: não gosto da idéia de enterrar meus entes queridos.
Morte.
Meu pensamento é desordenado, sou confuso mesmo e meu cérebro derreteu depois de 12 horas dentro desse escritório, então não se espere sentido no que eu vou escrever agora, o fato é que preciso escrever.